terça-feira, 10 de julho de 2012

Um relicário imenso..


Cálida, gélida, embevecida de um prazer sobre humano que outrora fora-me negado. Desperta para aquilo que não havia me atentado antes, e que indispensável já era e assim continuou. Perdida em meio a andanças, lambanças, estranhezas, descobrindo o que de fato é relevante. Confiante? Estonteante. Rima irrelevante, fraqueza poética, melodiosa demais.
Intriga-me a leveza, a suavidade tem seu quê de charme, escondia em meio à escombros, resquícios de uma sociedade em alarde. O contentamento que o simples causa, a felicidade advinda do sutil, tudo reprimido, escondido, engolido por esse mundo vil. Pare com rimas ! Escrita juvenil..
A música, a arte, o todo ou cada parte, tudo aquilo que contribui com o deslumbramento. Através das adversidades, mesmo em pranto, mesmo alarde, a esperança se mantém. Tem fé, tem confiança, acredita tola criança! É aqui que reside teu bálsamo. E que quanto mais queira seja quanto mais busque. Lute! Erga-se! Não esmoreça.. O mundo quer teus sonhos espalhados pelo chão, cacos e mais cacos de uma grande coleção. Mas não deixe.Ora bolas, eu me peço? Não, eu me clamo.

                                  Carolina Ribas, discorrendo sobre nada

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