quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Alguma coisa sobre fé

Que as dores do mundo sejam sentidas.E não somente sentidas, combatidas. Que mais do que oferecer julgamentos, se ofereça uma mão amiga ou disposta a concretizar mudanças. Que mais do que buscar os culpados, se aniquile a raiz do problema. Que nos importemos com o que está fora da nossa zona de conforto. Que lutemos juntos com nossos irmãos que tiveram as chances usurpadas, e sonhos adiados. Que o objetivo sumo seja o bem estar coletivo. Que antes de buscar uma mudança nos outros, concretizemos uma mudança em nós mesmos, e que tenhamos força para tal. Que depois de mudar a si próprio, tente-se incentivar a mudança de outros. Que a "humanidade" dos seres humanos lhes sirva para olhar para os outros seres vivos. Que tenhamos fé, em qualquer coisa. Fé na vida, no presente, nas pessoas, em Deus. Que tenhamos sonhos, e os persigamos por mais impossíveis que pareçam. Que não nos tornemos indiferentes.



Carolina Ribas

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Beyond

É novo, é tudo novo. São amplas e desconhecidas possibilidades, que se revelam aos montes. Estou bagunçada... Não que alguma vez eu já tenha estado arrumada, parece incompatível com a minha condição de ser humano. Teimo em dizer que sou uma bagunça ambulante, e digo porque é a verdade, nada que se relacione a mim é certo, organizado ou regrado; há quem diga que é um defeito, eu prefiro pensar que é uma peculiaridade. Mas a verdade é que mudanças me bagunçam mais, a auspiciosidade que delas provem deturpa minha razão.
O surgir de novas alternativas abre espaço para o novo e desconhecido, tão temido, mas possivelmente maravilhoso. O receio e a ansiedade colorem o caminho, algum tipo de arte abstrata e perturbadora, do tipo que demanda tempo e atenção para ser entendida. O futuro é o amanhã de cada dia, sempre tão próximo e presente e ainda assim distante e enigmático, é a motivação da vida e o seu maior algoz, por ser tão deslumbrante e inatingível.